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l’amour fou


Aceito esse suplemento para acalentar-me o coração e fazer companhia a ‘la solitudine’. Energizar o animo. Deixar o tempo da porta para lá e criar um sorriso, natural, confortável, verdadeiro pelo tempo que durar. Preocupo pouco com o tempo. Nessas circunstancias ele é um breve espectador admirado pelo encanto de nossos olhos brilhantes. Encantado com nos dois. E ele passara, como passam as estações, como passam os ônibus. E como a lua dorme nos também dormiremos um dia desses. Mas eu não pretendo alcançar a eternidade. Deixo as ilusões de tesouro para os piratas. Nem estou em busca de amor. O remédio para a porta do coração está guardado no coração. E quem entra? Ninguém.
Quem disse que precisa ser pra sempre? Quem inventou esse termo profundo de almas gêmeas e metades de laranjas? Não sou uma fruta e não preciso ser completada por uma única pessoa. Livro qualquer um do estigma de carregar a minha felicidade. Ela vem aos poucos, embaladas em pequenos pacotes e jamais será responsabilidade de alguém que não seja eu.
Talvez seja imaginação dessa mente fértil. Outra droga entorpecente nos meus sentidos. Reações químicas. Mundo paralelos. Eu não sei. Não é tempo de explicações.
Nesse breve e verdadeiro momento a única coisa que quero é fazer por você o que a primavera faz pelas flores.

L”amour – Carla Bruni

Carla Bruni sim, por que se ainda sou quem sou reservo-me ao direito de ter minhas reservas.

Sobre Nara Gabrielly

99,9% morta por dentro

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